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Tempo do áudio - 2min37segLOC/REPÓRTER: Durante a conferencia das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20 o presidente da Fundação Estadual de Proteção Ambiental do Rio Grande do Sul, Fepam, Carlos Fernando Niedersberg, apresentou dois projetos de desenvolvimento sustentável no Rio Grande do Sul. O encontrou contou com a participação de profissionais ligados ao Sistema Confea/Crea que aprovaram os projetos apresentados. Um deles foi o RS Biodiversidade, que tem como objetivo amenizar a perda do Pampa, bioma que aqui no Brasil, só existe no Rio Grande do Sul. Segundo o Presidente da Fepam, o RS Biodiversidade toma medidas de preservação para o Pampa, que é um bioma que durante os anos, teve uma grande degradação.
TEC/SONORA: Presidente da Fundação Estadual de Proteção Ambiental do Rio Grande do Sul - Carlos Fernando Niedersberg
"RS Biodiversidade é um programa que envolve um conjunto de ações objetivando estancar a perda do nosso Bioma particular, o pampa, que teve já uma perda ao longo da historia de 54%. A gente tem conseguido estancar essa perda e ate reverter em alguns aspectos, então a gente tem apostado muito na conservação desse bioma através de uma séries de medidas que passam por educação ambiental, passam por punição, passam por encontrar o tipo de atividade que possam ser desenvolvida, conciliando com esse bioma.."
LOC/REPÓRTER: O outro programa apresentado pelo presidente da Fepam foi o Arqueoenergia. Esse programa é realizado em parceria com com uma agência ambiental francesa, e tem como um dos objetivos diagnosticar e monitorar toda a situação ambiental no estado. Carlos Fernando Niedersberg explica o funcionamento do plano Arqueoenergia e enfatiza a importância desses projetos no estado do Rio Grande do Sul, que já estão na segunda fase de implantação.
TEC/SONORA: Presidente da Fundação Estadual de Proteção Ambiental do Rio Grande do Sul - Carlos Fernando Niedersberg
"O Plano Arqueoenergia foi um plano construído em parceria com a agência ambiental francesa que monitorou e diagnosticou toda a situação ambiental do estado com relação às mudanças climáticas, identificou os principais gargalos, tem uma série de 150 proposições, para fazer com que esse impacto das emissões dos gases de efeito estufa no estado do Rio Grande do Sul sejam minimizados, e a gente está na segunda fase de aplicação desses projetos."
LOC/REPÓRTER: Para saber mais informações sobre esse e outros temas abordados durante a Rio+20, acesse o site do Conselho Federal de Engenharia e Agronomia: www.confea.org.br
Reportagem, Anderson Conrado