Menu

Estimativa de inflação de 2019 cai para 3,87%, aponta BC

Para 2020, o mercado financeiro manteve a projeção de inflação em 4%

  • Repórter Lucas Rodrigues
  • Data de publicação: 11 de Fevereiro de 2019, 12:21h
Banners

A previsão do Índice Oficial de Inflação, o IPCA, foi reduzida pela quarta semana seguida pelos economistas do mercado financeiro. A estimativa caiu de 3,94% para 3,87%. Os dados constam no boletim Focus, divulgado nesta segunda-feira (11), pelo Banco Central.

A previsão para a inflação havia recuado na semana anterior, para um patamar abaixo de 4%. Sendo assim, a expectativa do mercado segue abaixo da meta de inflação fixada para este ano, de 4,25%. A meta tem um intervalo de tolerância que vai de 2,75% a 5,75%.

Para 2020, o mercado financeiro manteve a projeção de inflação em 4%.

A meta de inflação é estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN). Para alcançar essa meta, o Banco Central precisa elevar ou reduzir a taxa básica de juros da economia (Selic), que atualmente está em 6,50%.

Já em relação ao Produto Interno Bruto (PIB), que é a soma de todas as riquezas produzidas no Brasil, a previsão para este ano permaneceu sem alterações, em 2,50%.

Reportagem, Lucas Rodrigues

Comente...

Cadastre-se

A previsão do Índice Oficial de Inflação, o IPCA, foi reduzida pela quarta semana seguida pelos economistas do mercado financeiro. A estimativa caiu de 3,94% para 3,87%. Os dados constam no boletim Focus, divulgado nesta segunda-feira (11), pelo Banco Central.

A previsão para a inflação havia recuado na semana anterior, para um patamar abaixo de 4%. Sendo assim, a expectativa do mercado segue abaixo da meta de inflação fixada para este ano, de 4,25%. A meta tem um intervalo de tolerância que vai de 2,75% a 5,75%.

Para 2020, o mercado financeiro manteve a projeção de inflação em 4%.

A meta de inflação é estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN). Para alcançar essa meta, o Banco Central precisa elevar ou reduzir a taxa básica de juros da economia (Selic), que atualmente está em 6,50%.

Já em relação ao Produto Interno Bruto (PIB), que é a soma de todas as riquezas produzidas no Brasil, a previsão para este ano permaneceu sem alterações, em 2,50%.

Reportagem, Lucas Rodrigues